Arquivo

por Alenice Baeta e Henrique Piló

O antigo engenho conhecido como, ‘Engenho do Fidalgo’ situava-se na antiga fazenda homônima, vale do rio das Velhas, hoje município de Lagoa Santa,  localidade de referência das primeiras instalações ou pousos dos primeiros exploradores bandeirantes que por ali se adentraram a procura de ouro e pedras preciosas, além do aprisionamento de indígenas.

A Fazenda Fidalgo, que interligava a região de Sabaraçu aos desconhecidos sertões, faz parte de um antigo roteiro na região central de Minas Gerais e o seu antigo engenho, aqui tratado, configurava importante e raríssimo modelo etnoarqueológico, pois tratava-se de uma antiga estrutura típica de produção colonial ou ‘rancho’ mineiro.

O ‘Engenho do Fidalgo’ situava-se em encosta bem suave, onde ao seu redor havia roças de milho e cana de açúcar, ladeadas ainda por uma série de canais de água. Defronte a esta estrutura há trecho de caminho real onde houve importante embate entre o superintendente das minas (o fidalgo D. Rodrigo de Castelo Branco) e comparsas da expedição de Borba Gato, originalmente integrante da Bandeira de Fernão Dias. O lugar onde se inseria o antigo engenho era fortemente relacionado a esta memorável emboscada ao fidalgo, por isto, essa nominação à gleba. Além dessa tocaia, o local é ainda associado a uma série de conflitos e violências relacionados à expansão das fronteiras coloniais e disputas de poder, que ocorreram sucessivamente no vale do rio das Velhas, incluindo o povoado Sumidouro, onde ocorreram inúmeros assassinatos, devido conspirações e traições entre os comparsas, além de inúmeras perseguições a indígenas.

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Por Alenice Baeta, Henrique Piló, Benedito Oliveira e Luiz Fernando Miranda

Por solicitação do Conselho Municipal do Patrimônio Cultural-COMPAT de Mariana, foi realizada vistoria arqueológica em julho de 2015 em localidades situadas próximas aos limites dos municípios mineiros, Mariana e Ouro Preto, quando a equipe se deparou com uma situação patrimonial e ambiental extremamente preocupante.

Foi verificada a existência de antigo trecho de caminho que possui ainda em muitos de seus segmentos escoros de alvenaria de pedras e sistema de drenagem pétrea do período colonial. Lamentavelmente, seguindo o trajeto original deste acesso que interligava em seus primórdios Vila Rica (Ouro Preto) a Ribeirão do Carmo (Mariana), constatou-se o total abandono deste importante conjunto histórico-arqueológico, agora com focos de desmoronamento dos seus muros originais e de erosão em seu leito. Ainda há localidades rentes a essa estrada degradadas por recentes frentes de explotação mineral (extração de quartzito), sobretudo no Morro Taquaral. Lajes retiradas das pedreiras que ficaram para trás, formando pilhas de detritos, entulham e cobrem trechos da estrada, desfigurando a paisagem e acessibilidade ao local.

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Moedeiros Falsos
O livro Serra da Moeda – Patrimônio e história, organizado por Alenice Baeta e Henrique Piló com participação de 10 conhecedores da belíssima e rica região situada nas vizinhanças de Belo Horizonte, entre outros detalhes traz uma informação pouco conhecida do público. No século 18, a Serra da Moeda foi reduto de moedeiros falsos. A figura mais expressiva do grupo foi o padre Inácio de Souza Ferreira. A fábrica em que se cunhavam as peças falsificadas ficava no Vale do Paraopeba. Barras de ouro também eram falsificadas. Ainda existem ruínas da oficina instalada nas terras de uma fazenda dos Borges de Carvalho, no povoado de Jesus Maria José da Boa Vista.
As ruínas ficam ao lado da pequena Igreja de São Caetano.

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A Gerdau acaba de entregar ao Instituto Estadual de Florestas (IEF) a nova sede do Monumento Natural da Serra da Moeda, organização voltada para a preservação e conservação da biodiversidade do local.

A cerimônia de doação foi realizada no último dia 23, no novo escritório, localizado no KM 574 da BR 040, região pertencente ao município de Itabirito.

A concessão foi realizada em regime de comodato. O escritório, onde antes funcionava o posto da Receita Estadual, foi reformado e também recebeu novo mobiliário e equipamentos eletrônicos.

A Empresa foi responsável ainda pela entrega de dois carros ao Monumento, que já estão sendo utilizados pela equipe da organização.

De acordo com o diretor executivo da Gerdau Mining Americas, Marcus Rocha Duarte, parcerias como essa são de extrema importância para o desenvolvimento sustentável tanto das comunidades, quanto dos projetos e iniciativas beneficiados.

“Mais uma vez, por meio da sinergia entre a Gerdau e o Ministério Público, concretizamos essa importante doação.

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Prezados colegas, amigos e demais interessados no tema, enviamos folder relativo ao

Colóquio “Museus e Memórias Indígenas”
no Museu de Ciências da PUC-Minas.

Auditório do Museu no dia 25 de Setembro.

No anexo programação completa, horários e palestras.

Esperamos vocês!
Divulgue e Participe!

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  • Livro registra riquezas da Serra da Moeda – DeFatoOnline –  20/08/2015

“Serra da Moeda Patrimônio e História” é a publicação que acaba de ser lançada em Belo Horizonte e será distribuída gratuitamente em universidades, escolas públicas da capital e do interior de Minas Gerais, em órgãos ambientais, organizações não governamentais ligadas ao tema, Ministério Público, setores da cultura, do patrimônio e do turismo do Estado. O lançamento aconteceu nesta segunda-feira, 17 de agosto, no MM Gerdau – Museu das Minas e do Metal.

A publicação, que conta com o apoio da Gerdau, valoriza o patrimônio arqueológico, espeleológico e ambiental da região, localizada no Quadrilátero Ferrífero mineiro. Por meio de textos e imagens, o livro apresenta memórias de grupos que viveram ou ainda moram na região e também ressalta as facetas e riquezas patrimoniais do local. A obra foi organizada por Alenice Baeta e Henrique Piló, que também são autores ao lado de outros dez estudiosos da região.

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  • Mariana (MG) – Fundação promove seminário sobre jardim histórico – Defender.org –  31/07/2015

A Fundação Cultural e Educacional da Arquidiocese de Mariana (FUNDARQ) promoverá o seminário “O Jardim Histórico do antigo Palácio Episcopal de Mariana-MG” no dia 05 de agosto.

O evento celebra mais um esforço para a revitalização do amplo espaço externo, anexo ao prédio do antigo paço dos bispos, atualmente, sede do Museu da Música de Mariana.

No final do século XVIII, passou a ser cultivado belo e extenso jardim formal, com canteiros geométricos, lagos, fontes, obras de arte, pomar, horta e outras estruturas – como as encontradas nas quintas portuguesas.

Contudo, o referido jardim entrou em declínio no século seguinte até ser abandonado no século XX.

Desde 2009, após as obras de reconstrução e restauração do prédio do antigo palácio, ações têm sido feitas no sentido de revitalizar também sua área verde.

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  • Seminário O Jardim Histórico do antigo Palácio Episcopal de Mariana, será realizado na próxima quarta-feira, dia 05 de agosto. – Cultura em Revista –  29/07/2015

A Fundação Cultural e Educacional da Arquidiocese de Mariana (FUNDARQ) promoverá o seminário “O Jardim Histórico do antigo Palácio Episcopal de Mariana-MG” no dia 05 de agosto.

O evento celebra mais um esforço para a revitalização do amplo espaço externo, anexo ao prédio do antigo paço dos bispos, atualmente, sede do Museu da Música de Mariana.

No final do século XVIII, passou a ser cultivado belo e extenso jardim formal, com canteiros geométricos, lagos, fontes, obras de arte, pomar, horta e outras estruturas – como as encontradas nas quintas portuguesas. Contudo, o referido jardim entrou em declínio no século seguinte até ser abandonado no século XX.

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Vamos atualizar a biblioteca? Livro novinho, saindo do forno e com uma tipologia do geopatrimônio pouco explorado por nossa temática, o patrimônio espeleológico.

O patrimônio espeleológico é definido como um conjunto de elementos bióticos e abióticos, socioeconômico, histórico e culturais, subterrâneos ou superficiais, representados pelas cavidades naturais subterrâneas, ou a estas associados, incluindo as cavernas, também designadas regionalmente como grutas, lapas, tocas, abismos, furnas e buracos, seu ambiente, conteúdo mineral e hídrico, e as comunidades bióticas ali encontradas e o corpo rochoso onde as mesmas se inserem , desde que sua formação tenha sido por processos naturais, independentemente de suas dimensões ou do tipo de rocha encaixante (CONAMA, 2004 apud RUCHKYS et al, 2015).

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  • Primeira carta arqueológica de Minas será lançada em Congonhas – Jornal Estado de Minas – 17/05/2015

Um dos destaques da comemoração dos 30 anos da Cidade dos Profetas como patrimônio mundial é o lançamento da Carta arqueológica Congonhas, primeira de Minas e das únicas do país elaborada para mapear sítios históricos e nortear ações no município e no vizinho Jeceaba, a fim de impedir danos ao patrimônio cultural. O trabalho, organizado pelos arqueólogos Alenice Baeta e Henrique Piló, foi possível graças a uma medida condicionante no processo ambiental de uma mineradora que atua na região, firmada com o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), via Coordenadoria das Promotorias de Justiça de Defesa do Patrimônio Histórico e Turístico (CPPC).

Os levantamentos demandaram um ano e meio e resultaram na identificação de 117 sítios históricos de explotação mineral nos séculos 18 e 19. “Há caminhos e estradas antigas, galerias de mineração, mundéus ou tanques para lavagem de ouro e outros”, diz Piló, que ficou impressionado com o potencial de Congonhas. “Às vezes, nas conversas com moradores, nos surpreendíamos quando diziam, na maior simplicidade, que tinham galerias bem no quintal de casa”, conta o arqueólogo.

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No dia 7 de maio, o diretor de Relações Institucionais da Ferrous, Cristiano Parreiras, e o relações institucionais, Gabriel Coelho Bandeira, entregaram a Carta Arqueológica de Congonhas ao prefeito Zelinho.

A publicação é a primeira do tipo lançada em Minas Gerais e foi patrocinada pela empresa. Ela contém um levantamento dos sítios arqueológicos e do patrimônio histórico da região.

A Carta Arqueológica é fruto de uma medida condicionante de lincenciamento ambiental, recomendada pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), a pedido do coordenador da Promotoria Estadual de Defesa do Patrimônio Cultural e Turístico de Minas Gerais, o promotor Marcos Paulo Miranda, e do promotor de Justiça da comarca de Congonhas, Vinícius Alcântara

O lançamento da Carta será ainda este mês, com a presença de autoridades e dos autores, os arqueólogos Alenice Baeta e Henrique Piló. Os dados serão apresentados à população em um livro.
Fonte: Site da Prefeitura Municipal de Congonhas

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Nesta quinta-feira, 7, o diretor de Relações Institucionais da Ferrous, Cristiano Parreiras, e o relações institucionais, Gabriel Coelho Bandeira, entregaram a Carta Arqueológica de Congonhas ao prefeito Zelinho. A publicação, que é a primeira lançada em Minas Gerais, foi patrocinada pela empresa e contém um levantamento dos sítios arqueológicos e do patrimônio histórico da região. Os dados serão apresentados em um livro à população. O lançamento da Carta Arqueológica será ainda este mês, com presença de autoridades e dos autores, os arqueólogos Alenice Baeta e Henrique Piló.

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  • Considerada patrimônio arqueológico, Pedra do Índio é estudada por prefeitura – Gazeta da Cidade – 25/04/2015

A Prefeitura Municipal, através das gerências de Turismo e Cultura, e com o suporte técnico da Acantos Arquitetura, Arte e Restauração, deu início a promoção de um estudo sobre o patrimônio arqueológico da Pedra do Índio. Trata-se de um abrigo sob rocha utilizado pelos paleoíndios há mais de 2.500 anos, localizado em terreno particular, no Bairro da Lage, a cerca de 7 km do centro da cidade. A visitação é permitida sem agendamento prévio.

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A Prefeitura de Extrema, por meio das Gerências de Turismo e Cultura, com o suporte técnico da Acantos Arquitetura, Arte e Restauração deram início a promoção de um estudo sobre o patrimônio arqueológico Pedra do Índio. No dia 17 de Abril estiveram reunidos com o Gerente de Cultura de Extrema, Pablo Farina e com a historiadora e Chefe de Divisão de Turismo Rafaela Ferreira, o arquiteto Benedito Oliveira e a arqueóloga Alenice Baeta com o objetivo de discutir e planejar a realização de um diagnóstico sobre o patrimônio arqueológico da Pedra do Índio subsidiando à Prefeitura Municipal de Extrema diretrizes de proteção deste bem cultural e paisagístico. O sítio arqueológico Pedra do Índio que possui figurações rupestres pré-coloniais deverá ser objeto de uma política de proteção que garanta no futuro a acessibilidade da população por meio de um programa de visitação pública controlada e de educação patrimonial e ambiental, seguindo a legislação e normas patrimoniais vigentes. Os pesquisadores fizeram uma visita ao local e constataram não só a importância cultural das pinturas rupestres e do abrigo, como também a beleza natural e paisagística do lugar.

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  • Abertura da caverna de Altamira gera discussão sobre acesso do público a monumentos – O Globo, 04/04/2015

RIO – Uma das experiências mais marcantes de Pablo Picasso foi sua visita às gravuras rupestres de uma caverna no Norte da Espanha. O pintor espanhol definiu assim o passeio: “Depois de Altamira, tudo é decadência”. Os bisões, cavalos e mãos que decoram as paredes da gruta há mais de 17 mil anos são a primeira manifestação artística do homem e, até hoje, provocam fascínio entre aqueles que conseguem vê-los de perto. Um privilégio, aliás, cada vez mais difícil. Professores do Departamento de Pré-História da Universidade Complutense de Madri enviaram uma carta à Unesco reivindicando o fechamento total do Patrimônio Histórico para os turistas, atualmente incentivado pelo Ministério da Cultura do país. O entra-e-sai dos curiosos, mesmo que limitado, estaria contribuindo para a perda de pigmentos das obras do Paleolítico. O protesto é a mais nova demonstração de um dilema que acompanha diversos campos científicos — a opção entre exibir ao público os tesouros da Humanidade, um legado deixado por nossos ancestrais, ou encarcerá-los para a realização de pesquisas, assegurando sua conservação.

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  • Conselho Consultivo do Parque Estadual de Cerca Grande, em Matozinhos, toma posse em Mocambeiro – Informatoz – WebJornalismo – 31/03/2015

A APA Carste Lagoa Santa, que envolve os municípios de Pedro Leopoldo, Lagoa Santa, Matozinhos, Confins, Funilândia, Vespasiano e Prudente de Morais

No dia 16 de março último, foi empossado o Conselho Consultivo do Parque Estadual de Cerca Grande, que é uma das unidades de conservação criadas dentro do Sistema de Áreas Protegidas do Vetor Norte de Belo Horizonte. A posse aconteceu às 14 horas no Salão Comunitário de Mocambeiro, distrito de Matozinhos, na região metropolitana de Belo Horizonte, com a mesa diretora dos trabalhos composta pelos seguintes representantes do Instituto Estadual de Florestas – IEF, órgão responsável pelas unidades de conservação: Infaide Patrícia, da Gerência de Unidades de Conservação; Júlio César Moura Guimarães, responsável pela Unidade Regional do IEF de Sete Lagoas; Rodrigo Otávio Correa da Silva, Gerente dos Monumentos Naturais Estaduais Vargem da Pedra, Santo Antônio e Experiência da Jaguara; e Mariângela Fátima de Araújo, Gerente do Parque Estadual Cerca Grande.

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  • Cavernas do Peruaçu – TV Brasil – 19/06/2014

Uma curiosa aventura que nos leva a tempos remotos, à pré-história do Brasil!

Nossa expedição começa em Belo Horizonte, onde entrevistamos o arqueólogo André Prous, do Museu de História Natural, da UFMG, sobre a ocupação da região de Minas Gerais pelo homem primitivo. Seguindo em direção norte, para a região de Lagoa Santa, os expedicionários acompanham a arqueóloga, Alenice Baeta, que mostra os locais onde Peter Lund encontrou esqueletos do chamado ‘Homem de Lagoa Santa’, no século XIX, com datação estimada em 12 mil anos. Entre os vestígios dessa região está o crânio de Luzia, considerada a mulher mais antiga do Brasil.

Nossa Equipe segue viagem, ao longo do vale do rio São Francisco, que reúne muitos sítios arqueológicos. Na região de Januária, no noroeste de Minas, chega ao Parque Nacional das Cavernas do Peruaçu, criado em 1999, para proteger os muitos paredões com pinturas do homem primitivo – as chamadas pinturas rupestres.

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  • Seminário Cavernas em Ferro contou com 134 participantes – Boletim Eletrônico da Sociedade Brasileira de Espeleologia – 15/05/2014

A SBE realizou no último dia 07 de maio o seminário “Cavernas em Canga” no Museu de História Natural e Jardim Botânico da UFMG. O evento contou com a apresentação de especialistas de diversas áreas. Os temas apresentados vão compor um livro sobre o assunto que está em fase de elaboração.
Para o desenvolvimento do projeto foi estabelecida uma estrutura organizada em três partes. A primeira apresentando a metodologia utilizada e aspectos gerais sobre patrimônio espeleológico e minério de ferro. A segunda parte vai abordar o “estado da arte” do conhecimento sobre o patrimônio espeleológico associado ao ferro, nas diversas áreas do conhecimento, como geologia, biologia, paleontologia, entre outros. A terceira parte deve propor medidas para a conservação desse patrimônio na região do Quadrilátero Ferrífero (QF) e Área de Proteção Ambiental Sul da Região Metropolitana de Belo Horizonte (APA-SUL RMBH).
Com a estrutura definida foram convidados autores com ampla experiência nos temas abordados (vide quadro anexo). A realização do seminário foi parte da metodologia proposta onde o público teve oportunidade de conhecer a proposta da obra bem como os temas específicos e dialogar com os autores que responderam as perguntas do público e colheram as primeiras impressões e sugestões.
O evento contou com 134 participantes, representantes de oito grupos de espeleologia, onze consultorias ambientais, treze mineradoras, oito universidades, cinco órgãos públicos, e associações locais. 

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Este artigo apresenta um panorama geral sobre os aspectos estilísticos, produção das figuras e implantação dos abrigos arqueológicos nos afloramentos quartzíticos e calcários da Serra do Cipó, porção meridional da Serra do Espinhaço, a 100 km da capital mineira.

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O presente artigo visa apresentar algumas informações levantadas no programa de Diagnóstico Arqueológico realizado nas áreas de abrangência de três unidades de conservação estaduais, a dizer, Parques Estaduais do Pico do Itambé-PEPI, Rio Preto-PERP e Biribiri-PEB, situados na região de Diamantina, Minas Gerais, como parte integrante do programa de zoneamento e plano de manejo dos mesmos. Pretende-se ainda descrever e contextualizar sucintamente alguns dos sítios mais significativos identificados em cada Unidade de Conservação (UC), em função da qualidade de seus testemunhos e vestígios neles encontrados. Na última parte, serão então, apresentadas algumas diretrizes relativas à proteção e valorização do patrimônio arqueológico contido nas UCs aqui focalizadas.

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  • A Pré-história de Minas Gerais pode diluir-se na fumaça de uma chaminé. – Jornal Informatoz, Dezembro/2013

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  • Congonhas elabora a primeira carta arqueológica de Minas para proteger bens culturais – Jornal Estado de Minas, 09/11/2013

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  • Vargem da Pedra – grafismos rupestres, lugares, estilos e proteção de um Monumento Natural  – In-Situ Informativo do Centro de Arqueologia Annette Laming Emperaire – No 04, Novembro/2013.

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  • Raiz histórica de Minas Gerais é esquecida nos sítios minerários – Jornal Hoje em Dia, 29/09/2013

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  • Ruínas de fazenda em Itabirito, no sítio arqueológico de Aredes, podem ser tombadas  – Jornal Estado de minas, 09/08/2013

“Com mais de três séculos, conjunto faz parte de estação ecológica e foi protegido contra mineração”.

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  • MARATONA CULTURAL: Pós-Conferência será realizada para definir propostas de Matozinhos – PortalMTZ.com, 02/08/2013

A maratona para discussão dos quatro eixos temáticos e elaboração do Plano Municipal de Cultura terá mais quatro dias“.

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  • Entrevista com Alenice Baeta – Jornal Informatoz, 28/06/2013

“É necessário construir uma política cultural de proteção do patrimônio arqueológico em Matozinhos”.

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  • A Lapa do Ballet, muito mais que um “Ballet” – In-Situ – Informativo do Centro de Arqueologia Annette Laming Emperaire – No 03 – Março/2013

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  • Das pinturas rupestres ao grafite – RedeSpeleo Brasil, 30/08/2012

Quinto episódio da série “Pré-História em Minas Gerais” aborda a arte rupestre e sua relação nos dias atuais.

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  •  Entre o Pré-histórico e o contemporâneo – Artigo MMMetais, 2012 

Aproximações entre pintura rupestre pré-histórica e o grafite atual no MMM.

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  • SCBH- Ribeirão da Mata homenageia personalidades das causas ambientais – Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental ABES, 10/06/2011

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  • Arqueólogos descobrem tesouro colonial enterrado em Mariana – Jornal Estado de minas, 20/06/2010

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  • Tesouro natural na rota do garimpo – Revista Estado Ecológico, 2009

Parque Estadual do Biribiri, em Diamantina, preserva cachoeiras, lapas, pinturas rupestres e o histórico Caminho dos Escravos.

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  • Museu a céu aberto – Revista de História da Biblioteca Nacional, ed. nº50 novembro 2009

Um parque arqueológico na cidade de Mariana, em Minas Gerais, remonta a extração de minério na região do século XVIII e pode virar parque turístico.

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Aspectos Gerais sobre a Memória e História Indígena nos Vales do São Francisco, Jequitinhonha e Mucuri, em Minas Gerais.  Alenice Maria Motta Baeta

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  • Encontrada Canalização do Século XVIII no centro de Mariana – O Inconfidente On-Line, Outubro de 2008

Canos do século XVIII foram encontrados durante uma obra de revitalização no centro de Mariana

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  • Achado arqueológico resgata parte da história de Mariana – Jornal Estado de Minas, 20/06/2008

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  • Museus preservam a história de Aimorés – Cemig Notícias – Jan/Fev 2008

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  • Expedição à região cárstica revela beleza e destruição – Ambiente On Line, 2008

Ambientalistas, pesquisadores e representantes do poder público percorrem a Linha Verde e mostram os segredos da região cárstica de Lagoa Santa

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  • História gravada no chão de pedra – Jornal Estado de Minas, 31/12/2007

Ruína do século 18 encontrada por arqueólogos em Ouro Preto vai enriquecer estudos sobre a ocupação da antiga Vila Rica.

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  • Quebra-cabeças colonial – Jornal Estado de Minas, 01/08/2006

Arqueólogos revelam hábitos e costumes dos antigos habitantes de Mariana, a partir de escavações no quintal de casa em que morou ex-governador, datada de 1750.

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  • Ruínas contam história do ouro – Jornal Estado de Minas, 13/06/2006

Mineradora inicia levantamento em antiga área de extração para transformá-la em museu vivo aberto a visitas controladas.

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  • Arqueólogos demarcam área – Jornal Estado de Minas, 17/02/2005

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  • Acesso ao passado de Minas – Jornal Estado de Minas, 16/02/2005

Descoberta de degraus de pedra no Largo de Santo Antônio, em Mariana, entusiasma equipe de arqueólogos, que acredita estar perto de localizar o primeiro bairro da cidade e do Estado.

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  • Lugares da Memória Indígena Patrimônio Cultural Ameaçado – Centro de Referência Virtual do Professor – Abril de 2000

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